NASA avança no desenvolvimento de painéis solares
A agencia espacial tem feito grandes avanços no desenvolvimento de painéis solares para espaçonaves, inovação que promete uma série de benefícios para as missões espaciais. Painéis solares nas missões Os primeiros satélites que utilizaram células solares, foi o Vanguard 1, lançado em 1958. Esse marc

A agencia espacial tem feito grandes avanços no desenvolvimento de painéis solares para espaçonaves, inovação que promete uma série de benefícios para as missões espaciais.
Painéis solares nas missões
Os primeiros satélites que utilizaram células solares, foi o Vanguard 1, lançado em 1958. Esse marco inicial demonstrou a potência da energia solar para aplicações espaciais.

Utilizando células solares de alta eficiência, onde a porcentagem de conversão da luz solar em eletricidade, é ainda maior. Para maximizar as missões desenvolverão painéis solares que podem ser dobrados ou enrolados durante o transporte. Como os satélites geralmente dependem de matrizes solares volumosas, utilizando estruturas semelhantes às rígidas que são usadas em equipamentos para energizar casas e empresas. A NASA, portanto, procurou uma versão menor e mais leve do que os painéis tradicionais, dando um passo cada vez maior para o futuro.
No fim de 2023, a agência espacial implementou painéis solares em satélites e em robôs, um dos grandes testes foi a tecnologia ISS Roll-Out Solar Array (iROSA), onde os controladores examinaram os painéis solares anexados ao robô. Esses painéis já eram incrivelmente leves e flexíveis, tornando ainda mais adaptável para diversos tamanhos, facilitando na hora de empacotar para decolagem.

Implementando mini painéis solares
A nova tecnologia foi projetada para otimizar a eficiência energética das espaçonaves. Esses painéis além de menores e mais leves, são mais eficientes que os painéis tradicionais, permitindo a utilização de maneira mais eficaz, fornecendo energia de baixo custo. Sendo crucial para missões de longa duração e exploração em regiões onde a captação de luz solar é limitada.
Os painéis são leves e ocupam pouco espaço, produzindo três vezes mais energia do que os semelhantes; Apesar do tamanho compacto, as matrizes de produção podem aumentar de acordo com a missão, gerando quilowatts de energia para pequenas naves.
Chamada de missão Lightweight Integrated Solar Array and anTenna (LISA-T), sendo a quarta série da Pathfinder Technology Demonstrator (PTD) da NASA, responsável por implementar novas tecnologias em pequenas espaço naves.
Os paineis solares utilizados são da missão TItan, da Ascent Solar Technologies, anunciados em novembro de 2023, com estruturas otimizadas. No inicio de 2024, a empresa exibiu os resultados de eficiência. Com 17,55%, em um módulo com 30cm² de tamanho e pesando 10 gramas.

A NASA utiliza a energia solar em suas missões por anos, aplicando novas tecnologias. Com esses avanços contínuos, a agência busca tornar a exploração espacial mais eficiente e sustentável. A energia solar é uma peça fundamental para as explorações espaciais, permitindo que missões complexas e de longa duração sejam conduzidas com sucesso.
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